Ninguém pode dizer que ele não tentou, assumindo os erros que ela disse ser dele, ele pensou que poderia resolver tudo. Escreveu um e-mail, dois, três, mas não obteve resposta a nenhum deles. Tentou o celular, as mensagens também não eram respondidas, as chamadas não atendidas, então o que fazer?
Corre os olhos pela sala e encontra o velho caderno de folhas amarelas, encostado em um canto, aberto em um poema que teima em não se deixar terminar, ele dobra a ponta e passa a folha, marcando assim onde deverá voltar. É nessa hora que outra lágrima brota dos olhos e cai em cima do caderno, e assim sucessivamente, uma após a outra, vão caindo sem saber que o atrapalham.
As palavras ditas por ambos foram duras, ditas em um momento de raiva e ele sabe que o que disse naquela mensagem pode ser levado ao pé da letra. Ele faz a sua parte, procura por ela, precisa conversar, se desculpar, mas pelo telefone não é o meio correto, precisa ser pessoalmente. Seu coração sempre aperta na hora em que ela costumava passar em seu local de trabalho e ele espera que ela apareça para lhe dar uma chance de conversarem, mas ela não vem e nesse momento, olhos lacrimejando, ele desejaria que pudesse ser seco, mas pega uma toalha e tenta secar os olhos.
Ele tem que fazer o que seu coração está mandando e de qualquer forma sabe que não deixarão de ser ver em algum momento. E é por isso que torce todos os segundos dos últimos 4 dias, esperando que ela chegue e entre em sua sala para lhe ouvir. e dizer para ela EU TE AMO!
terça-feira, 23 de novembro de 2010
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